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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A felicidade está na palma da sua mão!

15 Coisas Que Você Deveria Abandonar


Para Ser Feliz

(Esta é a tradução de um artigo em inglês de Luminita D. Saviuc, autorizado pela própria autora. O original está aqui)
Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.
Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.
Não mais.
Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.
Preparado? Aqui vamos nós:

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”

2. Desista da sua necessidade de controle

Esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo que acontece a você e em volta de você – situações, pessoas, eventos etc.
Seja com seus amados, colegas de trabalho ou somente estranhos que você encontra na rua – apenas permita-os ser.
Permita que tudo e todos sejam como eles são e você verá o quão melhor isso vai fazer você se sentir.
“Ao se desapegar, tudo se torna realizado. O mundo é vencido por aqueles que se desapegam. Quando você tenta e tenta, o mundo se torna mais do que vencer.” (Lao Tzu)

3. Desista da culpa

Desista da sua necessidade para culpar outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente.
Pare de dar seus poderes para outros e comece a assumir as responsabilidades da sua própria vida.

4. Desista da sua conversa interior derrotista

Oh, meu Deus! Quantas pessoas estão machucando a elas mesmas por causa das suas mentalidades negativas, poluídas e repetitivas?
Não acredite em tudo que sua mente está lhe dizendo – especialmente se é negativista e auto-destrutiva.
Porque você é melhor do que tudo isso.
“A mente é um instrumento supremo se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna muito destrutiva.” – Eckhart Tolle


5. Desista das suas crenças limitantes

Sobre aquilo que você pensa que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível.
De agora em diante, você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham você paralisado no lugar errado.
Abra suas asas e voe!
Uma crença não é uma idéia presa pela mente, ela é uma idéia que prende a mente. – Elly Roselle.

6. Desista de reclamar

Desista da sua necessidade de reclamar sobre aquelas muitas, muitas, muuuuuitas coisas – pessoas, situações, eventos que lhe fazem infeliz, triste e deprimido.
Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazer você triste ou miserável a não ser que você permita que isso aconteça.
Não é a situação que dispara aqueles sentimentos em você, mas sim como você escolhe olhar para tudo aquilo.
Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Desista da luxúria das críticas

Abandone sua necessidade de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você.
Nós somos todos diferentes, e mesmo assim somos iguais.
Todos nós queremos ser felizes, todos nós queremos amar e sermos amados e todos nós queremos ser compreendidos.
Todos nós queremos algo, e algo que é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de pensar tão seriamente em ser ago que você não é somente pra fazer os outros gostarem de você.
Isso não funciona desse jeito. No momento que você pára de tentar tão seriamente ser algo que você não é, no momento que você tira todas as suas máscaras, no momento que você aceita e abraça seu eu verdadeiro, você descobrirá as pessoas sendo atraídas por você, sem esforço algum.

9. Abandone a sua resistência à mudança

Mudar é bom.
Mudar irá lhe ajudar a ir de A a B. Mudar irá ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também na vida de pessoas à sua volta. Siga seu destino, e abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga o seu destino e o universo irá abrir portas para você onde antes só haviam muros.” – Joseph Campbell

10. Desista das etiquetas

Pare de etiquetar coisas, pessoas ou eventos que você não entende. Páre de chamá-los “estranhos” ou “diferentes”. Tente abrir sua mente, pouco a pouco.
As mentes só funcionam quanto estão abertas.
“A mais alta forma de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada sobre.” – Wayne Dyer

11. Desista dos seus medos

Medo é só uma ilusão. Ele não existe – você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.
“A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo.” – Franklin D. Roosevelt.

12. Desista das suas desculpas

Coloque-as em um pacote e diga a elas que elas estão despedidas.
Você não mais precisa delas. Um monte de vezes nós limitamos a nós mesmos por causa das muitas desculpas que nós usamos.
Ao invés de crescer e trabalhar em melhorar nós mesmos e nossas vidas, nós nos tornamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todos os tipos de desculpas – desculpas que 99,9% das vezes não são nem reais.

13. Desista do seu passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece tão melhor do que o presente – e o futuro parece tão assustador.
Você deve levar em conta o fato de que o momento presente é tudo o que você tem e tudo que você irá ter na vida.
O passado que você agora está buscando reviver – o passado com o qual você ainda sonha – foi ignorado por você quando ele era presente.
Pare de se iludir.
Esteja presente em tudo que você faz, e aproveite a vida.
Afinal, a vida é uma jornada, não um destino. Tenha uma visão clara do futuro. Prepare a si mesmo, mas sempre esteja presente no seu agora.

14. Desista do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós, é tão difícil de compreender e eu tenho que dizer a você que isso era complicado pra mim, também.
E ainda é… Mas não é mais algo impossível.
Você fica melhor e melhor nisso com tempo e prática. No momento em que você desliga a si mesmo de todas as coisas, você se torna muito mais cheio de paz, tão tolerante, tão gentil e tão sereno…
Isso não significa que você não dê o seu amor para estas coisas – porque amor e apego não têm nada a ver um com o outro. Apego vem de um lugar de medo, enquanto amor… Bem, amor real é puro, gentil e sem ego. Onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, apego e amor não coexistem.
Livrando-se do apego, você chegará em um lugar onde você será capaz de entender todas as coisas sem tentar.
Um estado além das palavras.

15. Desista de viver sua vida através das expectativas de outras pessoas

Muitas pessoas estão vivendo uma vida que não é a vida delas.
Elas vivem vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, elas vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor, pelo que seus amigos pensam, seus inimigos, professores, governo e até do que a mídia pensa que é melhor para elas.
Elas ignoram suas vozes interiores, aquele chamado interno… Essas pessoas estão tão ocupadas em procurar agradar a todo mundo, preocupadas em atender as expectativas de outros, que elas perdem o controle de suas próprias vidas.
Elas esquecem o que as torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam… E, eventualmente, elas esquecem delas próprias.
Você tem uma vida – essa aqui, agora – e você precisa vivê-la, apropriar-se dela e, especialmente, não deixar que a opinião de outras pessoas distraiam você do seu caminho.
E quem não quer ser ainda mais feliz na vida? Se você quiser ter de volta muito mais das suas boas emoções, utilize este teste de equilíbrio emocional que nós desenhamos especialmente para lhe ajudar a criar a partir de hoje uma vida muito mais realizada.

clipe felicidade

Dona felicidade
Tim Maia - Essa tal felicidade

Filme em português
Teatro mágico




Rodrigo é co-fundador do Movimento Espalhe o Amor, com mais de 1 milhão de fãs nas mídias sociais. Com mais de 1000 horas de experiência atendendo clientes individualmente, Rodrigo é capaz de levar praticamente qualquer pessoa a conquistar o domínio sobre suas próprias emoções em situações complicadas, utilizando para isso apenas o diálogo. É membro do time de liderança da International Society of Neuro-Semantics (ISNS) - uma organização presente em mais de 40 países que redefiniu o que é Desenvolvimento Humano.
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sábado, 24 de novembro de 2012

O som do coração, ouça ,sinta, sorrie


August Rush

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
August Rush
August Rush - O Som do Coração (PT)
O Som do Coração (BR)
 Estados Unidos
2007 •  cor •  102 min 
Produção
DireçãoKirsten Sheridan
ProduçãoRichard Barton Lewis
RoteiroNick Castle
James V. Hart
Paul Castro
Elenco originalFreddie Highmore
Keri Russell
Jonathan Rhys Meyers
Robin Williams
Terrence Howard
William Sadler
Géneroromancedrama e música
Idioma originalinglês
MúsicaMark Mancina
Diretor de arteMario Ventenilla
Jogo de cenaJohn Mathieson
EdiçãoWilliam Steinkamp
DistribuiçãoWarner Bros.
Página oficial 
IMDb(inglês)  (português) 
Projeto Cinema  • Portal Cinema
August Rush (brO Som do Coração / ptAugust Rush - O Som do Coração) é umfilme americano de 2007, um drama dirigido por Kirsten Sheridan e escrito por Nick Castle, James V. Hart, Kirsten Sheridan e Paul Castro, e produzido por Richard Barton Lewis. Estreou em Portugal no dia 20 de março, e no Brasil no dia 15 de fevereiro de 2008. Foi descrito como uma versão atual da história de Oliver Twist, do escritor inglês Charles Dickens.[1]


clip dublado


something inside


this time


nunca desista

trailer


[editar]Enredo

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).
O personagem principal, Evan Taylor, ouve música por todo o lado. Ele está a ser levado de um orfanato, sem contacto com os seus pais, embora ele insista que pode "ouvir". Evan acredita que a música que ele pode ouvir em tudo, desde o vento nos campos de trigo ao fervilhante das linhas eléctricas, é uma espécie de mensagem dos seus pais, a quem ele quer desesperadamente encontrar. Durante a sua estada no orfanato, Evan se reúne com um Assistente Social, que lhe entrega seu cartão com o número dele, para que ele possa lhe ligar sempre que precisar.
Através de uma série de flashbacks,nós aprendemos que os seus pais eram uma famosa violoncelista chamada Lyla Novacek, e Louis Connelly, um irlandês guitarrista e cantor de uma banda rock. Eles conheceram-se e apaixonaram-se numa noite, mas através de uma série de eventos foram separados. Perto do fim da sua gravidez, Lyla foi atropelada por um carro e foi informada pelo seu pai que o seu filho não sobreviveu. Lyla e Louis ambos tinham dificuldades para concentrar-se na reprodução de música e sentiam a falta um do outro.
Evan então resolve seguir o som do coração e tem consigo o cartão do assistente social, mas acabou por adormecer. Evan é pego por um motorista de caminhão e é levado para Nova Iorque. O motorista lhe diz para ficar em um determinado local, Maravilhado com o som da cidade ele se distrai e acaba perdendo o cartão do assistente social quando o vento sopra o cartão para um orifício. Evan vagueia pela cidade e encontra um menino chamado Arthur tocando guitarra. Atraído pela música, ele segue Arthur e cai na rua com um grupo de crianças, todos músicos de algum tipo de instrumento, que estão a ser tratadas por "Wizard". Wizard vê os filhos como "investimentos". Evan obtém acesso a um violão e começa a tocar música pela primeira vez. Ele transforma-se numa criança prodígio e ao mesmo tempo em busca de um melhor nome, Wizard dá-lhe o nome de August Rush.
O pai de Lyla confessa que o filho dela sobreviveu depois de tudo e que ele forjou a sua assinatura em documentos dando a criança para o Estado, para adoção. Lyla vai para Nova Iorque em busca do seu filho. Entretanto, o pai de Evan, Louis também começou a tocar novamente, e ao tentar rastrear Lyla, também acabou de volta na cidade de New York, onde inicialmente conheceram-se.
Entretanto, o assistente social está à procura de Evan e suspeita do Wizard que avisa à policia que o segue. Eles condenaram o teatro em que vivem as crianças e Wizard. Após fugir, Evan ouve um coro cantando numa igreja e encontra uma garotinha que canta no coro. Ela ensina-lhe a ler e escrever música, e ele começa a tocar órgão como se ja tocasse antes. O pastor da igreja leva Evan à Juilliard, famosa escola de música de Nova Iorque, onde ele faz uma audição brilhantemente, e acaba por escrever uma magnífica peça chamada "August's Rhapsody", que vai ser realizado ao ar livre na cidade de New York, no Central Park com a Filarmônica. Por coincidência, Lyla Novacek, que tem sido repetidamente convidada `tocar novamente com a filarmônica, concorda em fazê-lo.
Mas o Wizard quer ganhar dinheiro com Evan, e tendo encontrado ele novamente através do concerto propagandista, ele convece Evan com todas as suas forças para sair da Juilliard e implicando com os organizadores do concerto de que ele vai dizer a todos que Evan é o seu nome verdadeiro fazendo com que Evan seja enviado novamente para o orfanato. Evan relutantemente vai com ele. Sob supervisão de Wizard, Evan volta a tocar numa praça, quando um guitarrista começa a tocar junto com ele, é o seu pai Louis Connelly, que não sabe que tem um filho. Evan diz que ele tem um grande concerto próximo, mas que ele não pode ir. Louis diz a ele que, se ele tivesse um grande concerto, ele não iria perder isso por nada. Evan decide que ele deve ir ao concerto. Mas, primeiro, ele tem que ficar longe de Wizard.
No dia do concerto, Evan está na estação de metro com Wizard e Arthur, contando dinheiro. Evan pretende sair e vai para longe de Wizard (que é atordoado por um golpe na cabeça com um violão por Arthur) e chega ao concerto a tempo para conduzir a sua peça tão Lyla está deixando a performance, que coincidentemente é atraída para a música e gira em torno de se aproximar do palco. Ao mesmo tempo, Louis e a sua banda estão num carro. Ele gosta da música, ele ouve-a e quer saber o que é. Ele vê o nome de Lyla no anúncio da performance e sai do carro e segue a música. Depois de se aproximar do palco, ele avisa o condutor que era o garoto que ele conheceu no parque. E, novamente, por coincidência ele encontra Lyla, ao lado dele, ouvindo a música. Como Lyla vai aproximar-se do palco, Louis segue e fica ao lado dela, segurando a sua mão. Surpresa Lyla olha para o seu lado e vê Louis. E como a peça termina, Evan gira à multidão, e os três reconhecem-se uns aos outros. O filme termina quando ela se desbota fora do concerto no Central Park, com Evan dizendo no fundo, "A música é tudo o que nos rodeia. Tudo que você tem que fazer é ouvir".

[editar]Elenco

[editar]Música

Excepto "Dueling Guitarras", todas as músicas são tocadas pela guitarrista e compositora americana Kaki King.
O compositor Mark Mancina esteve a compor mais de um ano e meio para o filme. "O coração da história é saber como reagir e se conectar através da música. É sobre este jovem rapaz que acredita que ele vai encontrar os seus pais através de sua música. Isso é o que o impulsiona." O último tema do filme foi composto em primeiro lugar. "Dessa maneira eu poderia ter bocados e partes da peça que terminam e que dizem respeito às coisas que estão acontecendo na vida da personagem principal. Todos os temas são peças do puzzle, de modo a que o termo significa alguma coisa". A música foi gravada no Todd-AO Scoring Stage e no Eastwood Scoring Stage da Warner Bros.[2]

[editar]Recepção

No USA Today, Claudia Puig comentou que "August Rush não será para todos, mas funciona se você entregar o seu sentimentalismo à música."[3] O The Hollywood Reporter comentou positivamente o filme, escrevendo "a história é sobre o modo como músicos e a música se conecta pessoas, de modo a que as canções do filme, criada pelos compositores Mark Mancina e Hans Zimmer, dá um capricho poético implausível à história."[4]
No Rotten Tomatoes, 36% dos críticos deram opiniões positivas sobre o filme, baseadas em 110 opiniões. O concenso foi que "embora apresentando um elenco talentoso, August Rush não tem uma uma boa direcção nem um enredo muito consistente."[5] No Metacritic, o filme teve uma pontuação média de 38 em 100, baseadas em 27 opiniões.[6]
Pam Grady no San Francisco Chronicle chamou o filme de "melodrama musical." Grady disse que "toda a história é ridícula" e "as coincidências, comportamento e motivações desafiam a lógica, e que os personagens tiram pouco do talento dos actores."[7] Edward Douglas no comingsoon.net disse: "não demorou muito para o filme para se revelar como de previsto".
Roger Ebert deu ao filme três estrelas, chamando-o de "um filme embebido em sentimentalismo, mas que é supostamente ser assim".[8]
O filme foi comparado com Oliver Twist.[9][10]
Shawn Johnson utilizou a música "August's Rhapsody" durante seu desempenho no exercício Floor, nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008.

[editar]Prémios

Segue-se uma lista de indicações e atribuições de prémios ao filme.
  • 2008 - Academy Awards, EUA
Nomeado para Melhor Música Escrita para Filme, Música original, por Jamal Joseph, Charles Mack e Tevin Thomas pela música "Raise It Up".
  • 2008 - Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, USA
Vencedor para Melhor Desempenhado de Actor Jovem, por Freddie Highmore
Nomeado para Melhor Música, por Mark Mancina
  • 2008 - Broadcast Film Critics Association Awards
Nomeado para Melhor Filme Familiar
Nomeado para Melhor Actor Jovem, Freddie Highmore
  • 2008 - Golden Trailer Awards
Nomeado para Melhor Trailer de Animação/Familiar
  • 2008 - Teen Choice Awards
Nomeada para Melhor Actriz Dramática, por Keri Russell
Nomeado para Melhor Filme Dramático
  • 2008 - Young Artist Awards
Vencedor para Melhor Filme Familiar (Comédia ou Drama)
Vencedor para Melhor Actor Secundário em Filme de Fantasia ou Drama, por Leon Thomas III
Nomeado para Melhor Actor Jovem, por Freddie Highmore
Nomeado para Melhor Actriz Secundária, por Jamia Simone Nash