segunda-feira, 8 de julho de 2013

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS - PEDAGOGIA DA AUTONOMIA - Paulo Freire - part...





Paulo Freire

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Paulo Freire
Nome completoPaulo Reglus Neves Freire
Nascimento19 de setembro de 1921
Recife, Pernambuco
Morte2 de maio de1997 (75 anos)
São Paulo, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
OcupaçãoEducador
Escola/tradiçãoMarxista
Principais interessesEducação
Paulo Reglus Neves Freire (Recife, 19 de setembro de 1921 —São Paulo, 2 de maio de 1997) foi um educador e filósofo brasileiro. É Patrono da Educação Brasileira.
Paulo Freire é considerado um dos pensadores mais notáveis nahistória da Pedagogia mundial,1 tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.
A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante: o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo do seu aprendizado.
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciênciapolítica.
Autor de Pedagogia do Oprimido, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático.
Em 13 de abril de 2012 foi sancionada a lei 12.612 que declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.2
Foi o brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.3 4 5

Índice

  [esconder] 

Biografia[editar]


Escultura em Estocolmo, Suécia. Paulo Freire (segundo da esquerda para a direita) aparece ao lado de outras seis personalidades internacionais, entre elasPablo Neruda e Mao Tsé-Tung.
Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife. Filho de Joaquim Temístocles Freire, capitão da Polícia Militar de Pernambuco e de Edeltrudes Neves Freire, Dona Tudinha, Paulo teve uma irmã, Stela, e dois irmãos, Armando e Temístocles.
A irmã Stela foi professora primária do Estado. Armando, funcionário da Prefeitura da Cidade do Recife, abandonou os estudos aos 18 anos, não chegou a concluir o curso ginasial. Temístocles entrou para o Exército. Aos dois, Paulo agradece emocionado, em uma de suas entrevistas a Edson Passetti, pois começaram a trabalhar muito jovens, para ajudar na manutenção da casa e possibilitar que Paulo continuasse estudando.
Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou apobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e naÁfrica.
O talento como escritor o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.
A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
Na política, integrou o Partido dos Trabalhadores, tendo sido Presidente da 1ª Diretoria Executiva da Fundação Wilson Pinheiro, fundação de apoio partidária instituída pelo PT em 1981 (antecessora da Fundação Perseu Abramo); além de Secretário de Educação da Prefeitura Municipal de São Paulo na gestão petista de Luiza Erundina (1989-1992)6 .

Primeiros trabalhos[editar]

Freire entrou para a Universidade do Recife em 1943, para cursar a Faculdade de Direito, mas também se dedicou aos estudos de filosofia da linguagem. Apesar disso, nunca exerceu a profissão, e preferiu trabalhar como professor numa escola de segundo grau lecionando língua portuguesa. Em 1944, casou com Elza Maia Costa de Oliveira, uma colega de trabalho.
Em 1946, Freire foi indicado ao cargo de diretor do Departamento de Educação e Cultura do Serviço Social noEstado de Pernambuco, onde iniciou o trabalho com analfabetos pobres.
Em 1961 tornou-se diretor do Departamento de Extensões Culturais da Universidade do Recife e, no mesmo ano7 , realizou junto com sua equipe as primeiras experiências de alfabetização popular que levariam à constituição do Método Paulo Freire. Seu grupo foi responsável pela alfabetização de 300 cortadores de canaem apenas 45 dias. Em resposta aos eficazes resultados, o governo brasileiro (que, sob o presidente João Goulart, empenhava-se na realização das reformas de base) aprovou a multiplicação dessas primeiras experiências num Plano Nacional de Alfabetização, que previa a formação de educadores em massa e a rápida implantação de 20 mil núcleos (os "círculos de cultura") pelo País.
Em 1964, meses depois de iniciada a implantação do Plano, o golpe militar extinguiu esse esforço. Freire foi encarcerado como traidor por 70 dias. Em seguida passou por um breve exílio na Bolívia e trabalhou no Chilepor cinco anos para o Movimento de Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Em 1967, durante o exílio chileno, publicou no Brasil seu primeiro livro, Educação como Prática da Liberdade, baseado fundamentalmente na tese Educação e Atualidade Brasileira, com a qual concorrera, em 1959, à cadeira de História e Filosofia da Educação na Escola de Belas Artes da Universidade do Recife.
O livro foi bem recebido, e Freire foi convidado para ser professor visitante da Universidade de Harvard em 1969. No ano anterior, ele havia concluído a redação de seu mais famoso livro, Pedagogia do Oprimido, que foi publicado em várias línguas como o espanhol, o inglês (em 1970) e até o hebraico (em 1981). Em razão da rixa política entre a ditadura militar e o socialismo cristão de Paulo Freire[carece de fontes], ele não foi publicado no Brasil até 1974, quando o general Geisel assumiu a presidência do país e iniciou o processo de abertura política.
Depois de um ano em Cambridge, Freire mudou-se para Genebra, na Suíça, trabalhando como consultor educacional do Conselho Mundial de Igrejas. Durante esse tempo, atuou como consultor em reforma educacional em colônias portuguesas na África, particularmente na Guiné-Bissau e em Moçambique.
Com a Anistia em 1979 Freire pôde retornar ao Brasil, mas só o fez em 1980. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, e atuou como supervisor para o programa do partido para alfabetizaçãode adultos de 1980 até 1986. Quando o PT venceu as eleições municipais paulistanas de 1988, iniciando-se a gestão de Luiza Erundina (1989-1993), Freire foi nomeado secretário de Educação da cidade de São Paulo. Exerceu esse cargo de 1989 a 1991. Dentre as marcas de sua passagem pela secretaria municipal de Educação está a criação do MOVA - Movimento de Alfabetização, um modelo de programa público de apoio a salas comunitárias de Educação de Jovens e Adultos que até hoje é adotado por numerosas prefeituras (majoritariamente petistas ou de outras orientações de esquerda) e outras instâncias de governo.
Em 1986, sua esposa Elza morreu. Dois anos depois, em 1988, o educador casou-se com a também pernambucana Ana Maria Araújo, conhecida pelo apelido "Nita", que além de conhecida desde a infância era sua orientanda no programa de mestrado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde foi professor.
Em 1991 foi fundado em São Paulo o Instituto Paulo Freire, para estender e elaborar as ideias de Freire. O instituto mantém até hoje os arquivos do educador, além de realizar numerosas atividades relacionadas com o legado do pensador e a atuação em temas da educação brasileira e mundial.
Freire morreu de um ataque cardíaco em 2 de maio de 1997, às 6h53, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, devido a complicações em uma operação de desobstrução de artérias.
O Estado Brasileiro, por meio do Ministério da Justiça, no Fórum Mundial de Educação Profissional de 2009, realizado em Brasília, fez o pedido de perdão post mortem à viúva e à família do educador, assumindo o pagamento de "reparação econômica"[4].

A Pedagogia da Libertação[editar]


Painel Paulo Freire no CEFORTEPE - Centro de Formação, Tecnologia e Pesquisa Educacional da Secretaria Municipal de Educação de Campinas-SP
Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB).
No entanto, a obra de Paulo Freire não se limita a esses campos, tendo eventualmente alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, que incorpora o conceito básico de que não existe educação neutra. Segundo a visão de Freire, todo ato de educação é um ato político.

Obras[editar]

  • 1959: Educação e atualidade brasileira. Recife: Universidade Federal do Recife, 139p. (tese de concurso público para a cadeira de História e Filosofia da Educação de Belas Artes de Pernambuco).
  • 1961: A propósito de uma administração. Recife: Imprensa Universitária, 90p.
  • 1963: Alfabetização e conscientização. Porto Alegre: Editora Emma.
  • 1967: Educação como prática da liberdade. Introdução de Francisco C. Weffort. Rio de Janeiro: Paz e Terra, (19 ed., 1989, 150 p).
  • 1968: Educação e conscientização: extencionismo rural. Cuernavaca (México): CIDOC/Cuaderno 25, 320 p.
  • 1970: Pedagogia do oprimido. New York: Herder & Herder, 1970 (manuscrito em português de 1968). Publicado com Prefácio de Ernani Maria Fiori. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 218 p., (23 ed., 1994, 184 p.).
  • 1971: Extensão ou comunicação?. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971, 93 p.
  • 1976: Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Tradução de Claudia Schilling, Buenos Aires: Tierra Nueva, 1975. Publicado também no Rio de Janeiro, Paz e terra, 149 p. (8. ed., 1987).
  • 1977: Cartas à Guiné-Bissau. Registros de uma experiência em processo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, (4 ed., 1984), 173 p.
  • 1978: Os cristãos e a libertação dos oprimidos. Lisboa: Edições BASE, 49 p.
  • 1979: Consciência e história: a práxis educativa de Paulo Freire (antologia). São Paulo: Loyola.
  • 1979: Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 112 p.
  • 1979: Multinacionais e trabalhadores no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 226 p.
  • 1980: Quatro cartas aos animadores e às animadoras culturais. República de São Tomé e Príncipe: Ministério da Educação e Desportos, São Tomé.
  • 1980: Conscientização: teoria e prática da libertação; uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moraes, 102 p.
  • 1981: Ideologia e educação: reflexões sobre a não neutralidade da educação. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
  • 1982: A importância do ato de ler (em três artigos que se completam). Prefácio de Antonio Joaquim Severino. São Paulo: Cortez/ Autores Associados. (26. ed., 1991). 96 p. (Coleção polêmica do nosso tempo).
  • 1982: Sobre educação (Diálogos), Vol. 1. Rio de Janeiro: Paz e Terra ( 3 ed., 1984), 132 p. (Educação e comunicação, 9).
  • 1982: Educação popular. Lins (SP): Todos Irmãos. 38 p.
  • 1983: Cultura popular, educação popular.
  • 1985: Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 3ª Edição
  • 1986: Fazer escola conhecendo a vida. Papirus.
  • 1987: Aprendendo com a própria história (com Sérgio Guimarães). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 168 p. (Educação e Comunicação; v.19).
  • 1988: Na escola que fazemos: uma reflexão interdisciplinar em educação popular. Vozes.
  • 1989: Que fazer: teoria e prática em educação popular. Vozes.
  • 1990: Conversando com educadores. Montevideo (Uruguai): Roca Viva.
  • 1990: Alfabetização - Leitura do mundo, leitura da palavra (com Donaldo Macedo). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 272 p.
  • 1991: A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 144 p.
  • 1991: A Importância do Ato de Ler - em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez Editora & Autores Associados, 1991. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, v 4)- 80 p.
  • 1992: Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra (3 ed. 1994), 245 p.
  • 1993: Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho d'água. (6 ed. 1995), 127 p.
  • 1993: Política e educação: ensaios. São Paulo: Cortez, 119 p.
  • 1994: Cartas a Cristina. Prefácio de Adriano S. Nogueira; notas de Ana Maria Araújo Freire. São Paulo: Paz e Terra. 334 p.
  • 1994: Essa escola chamada vida. São Paulo: Ática, 1985; 8ª edição.
  • 1995: À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d'água, 120 p.
  • 1995: Pedagogia: diálogo e conflito. São Paulo: Editora Cortez.
  • 1996: Medo e ousadia. Prefácio de Ana Maria Saul; Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987; 5ª Edição.
  • 1996: Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
  • 2000: Pedagogia da indignação – cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 134 p.
  • 2003: A África ensinando a gente (com Sérgio Guimarães). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 248 p.

sábado, 6 de julho de 2013

O teatro mágico recombinando atos DVD completo









Sobre

O Teatro Mágico

Depois de oito anos de trabalho, mais de 400 mil CDs vendidos e o DVD ultrapassando 120 mil cópias, a trupe festeja, sem perder de vista o projeto de "A Sociedade do Espetáculo".


Comemoramos o alcance da marca de 6 milhões de downloads feitos e mais de 5 milhões de transmissões de músicas do primeiro e segundo CD, nos sites Trama Virtual e Palco MP3. Ainda, no top 100 da Trama Virtual, o Teatro Mágico tem 39 músicas entre as 50 primeiras, reforçando que 'a poesia prevalece', abrindo o caminho para "A Sociedade do Espetáculo".

A Sociedade do Espetáculo: O novo trabalho de O Teatro Mágico.

"A Sociedade do Espetáculo" vem para completar a trilogia da Cia musical O Teatro Mágico. Há mais de 8 anos na estrada, a trupe se consolidou como principal fenômeno da internet no Brasil, obtendo mais de 6 milhões de downloads oficiais na rede, Milhões de views no Youtube, centenas de seguidores e fãs em redes sociais além de aparições importantes em programas da mídia tradicional. Este novo trabalho representa o amadurecimento musical da banda no último período, que compreende o lançamento do "Segundo Ato" (2008) e agora. Com o grande diferencial da produção de Daniel Santiago, integrante da banda e parceiro de Hamilton de Holanda, músicos entre os principais expoentes da musica instrumental contemporânea brasileira. Com o confronto de idéias no estúdio, o TM agora se propõe fazer um pop moderno, sofisticado e fundamentalmente brasileiro. As músicas continuam "acessíveis ao público" o que resguarda a essência do projeto, mas agora OTM se apresenta bebendo desde Milton e clube da esquina até a guarania gaúcha. Sem dúvida alguma, "A Sociedade do Espetáculo" tem seu diferencial na inovação estética musical, capaz de reunir elementos da música internacional com uma forte brasilidade, fazendo assim, uma fusão de ritmos.

Influência filosófica:

O álbum "A Sociedade do Espetáculo" foi inspirado na obra de Guy Debord, que tem o mesmo título. A obra ainda atual do filósofo francês versa sobre a imagem enquanto elemento organizador da sociedade do consumo, transformando a realidade em ficção, e a ficção em realidade. O conteúdo das melodias e letras traz o questionamento do mundo em que vivemos hoje, como em "Amanha...será?" inspirada nas atuais manifestações que acontecem no oriente médio organizadas pela Internet, e "Esse Mundo Não Vale o Mundo", com letra que remete à Carlos Drumond de Andrade. Assim como no álbum anterior, a trupe discute o seu cotidiano político/cultural, sem esquecer também o lado sentimental, como foi no primeiro CD (Entrada para Raros, 2003), álbum este que resgata um humanismo individual e coletivo, provocando uma catarse com o forte tom positivista que só sabe quem já esteve em um show d'O Teatro Mágico.
Sejam bem vindos!
retirado de
http://www.oteatromagico.mus.br/sobre

  • o TM evoluiu junto com seu público, quem fica com esse papo de que "subiu pra cabeça", que eles perderam isso, perderam aquilo, acredito que infelizmente não evoluiu junto com a banda
     · 50  em resposta a Alison Evaristo (Mostrar o comentário)
  •  
    Fico entristecida quando ouço alguém dizendo 'Está perdendo a essência'.Eu como admiradora da banda fico feliz, muito feliz ao ver que o publico esta evoluindo musicalmente, que a ARTE do teatro mágico está tocando almas, para mim isso sim que é essência.É fato que algumas coisas mudaram,a mudança é a forma mais natural de sobrevivência, tudo há de ser mesmice? O TM esta há uns 10 anos lutando pela ARTE independente.Merecem! Belas canções foram feitas para ser ouvidas, compartilhadas e sentidas!

SBCoaching - vídeo motivacional diferente de tudo que já viu




Video realmente muito motivador, todo dia quando acordo eu vejo ele, e esta me ajudando muito, acho que todas as pessoas deveriam fazer isso.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alienação Social

Alienação Social



Você sabe o que é Alienação Social? De fato sabe o que vem a ser uma sociedade alienada?...

A alienação é algo extremamente perigoso e nocivo que pode estar em todas as áreas de nossa vida. E quando ocorre, automaticamente temos cidadãos alienados, e é nesse ponto que está o maior mal.
Ela está presente na cultura, educação, política, saúde, religião, na área profissional, comercial, no trabalho, e várias outras; algumas com mais intensidade, outras menos. Bom, esse é um assunto enorme, por isso dessa vez vou frisar sobretudo em relação à alienação no comércio e no trabalho, respectivamente.

No comércio ela pode ser traduzida literalmente como “falsidade”. Vejam, entre vários, dois exemplos básicos:
Primeiro, aquele chinelinho simples e humilde que sempre foi sinônimo de pobreza, os primeiros tinham a tira azul claro e o solado branco (não vou citar a marca pra evitar qualquer problema, mas você sabe qual), passou a ser algo chique e da moda depois que os mocinhos e mocinhas de novela passaram a usar (pelo menos na propaganda dizem que usam, né). Pense comigo, será que o chinelo mudou de verdade? Não. Ele continua o mesmo, as pessoas agora é que foram alienadas.
Segundo, vejam as propagandas de cerveja. Sol, praia, roda de amigos, felicidade, mulheres, tranqüilidade, etc, etc...
É impressionante como muitos são alienados nesse ramo! A cerveja não traz felicidade nem amigos (ao contrário, muitas das vezes afasta), mas não é o que passam na mídia, logo a realidade passa a ser ficção e a ficção vira realidade.
Alguém já viu, na história das propagandas de cerveja, uma que mostrasse um bêbado se quer? Parece que as cervejas das propagandas nem álcool têm, até atletas bebem! rsrs...

Quando digo alienação, não me refiro apenas como “loucura”, mas também como “algo transferido” ou transferência, ou seja, quando herdamos algo que nos é passado sem questionar ou verificar. É o que acontece principalmente na religião e nas relações de trabalho.
As pessoas trabalham com o que não querem, escolhem suas profissões pelo salário. E como o nível de alienação nessa área é altíssimo, podemos dizer que fazem o certo, pois estão presas ao Sistema, que por sua vez também é alienado.
Como disse Rubem Alves em seu livro “Se eu pudesse viver a minha vida novamente”, as pessoas são tratadas como ferramentas em nossa sociedade. E como ferramentas, uma vez que o serrote perde o fio / corte, é descartado e jogado no lixo. É absurdo e terrível ver que essa é a nossa realidade contemporânea; usando de discurso Marxista, “A sociedade só será perfeita quando não houver salários”.
E essa alienação não está apenas inserida entre os trabalhadores da classe baixa não, se pensa assim se engana! Veja os grandes empresários, são outros alienados, suas empresas não produzem o que eles querem ou acham belo, muitas fazem aquilo que os mesmos nem consideram ético, são movidos pela “Lei do Lucro”. Nada mais importa para eles senão lucrar; por isso vemos fábricas de armas, cigarros, drogas, cerveja, fast food, etc...

A sociedade alienada é como um vírus, ou como uma linha de produção, o objetivo é construir seres humanos programados.
Alienação Social é tudo aquilo que nos empurram “goela abaixo”. É tudo que nos passam que nos proíbe de questionar e pensar por nos mesmos, que nos proíbe de agir com autonomia, que nos tiram a vontade própria e consciência, que nos colocam jugos, fardos e conceitos... e já estamos tão acostumados com isso que a maioria nem percebe, ou seja, é tudo aquilo que não nos deixa existir!

O país do futebol, do carnaval, da injustiça e da corrupção!

Um policial de má índole é capaz de destruir a paz de um protesto , basta atirar bala de borracha na imprensa e nos manifestantes.Absurdo? Não no país do futebol, não aqui onde a bunda vale mais que o cérebro e que a alma. Não aqui no país do carnaval onde a escola de samba tem mais apoio que a escola pública.Mas isso está começando a mudar é um pequeno passo pros manifestantes mas um grande passo pro futuro do país e da expulsão dessa raça de víboras da política. Corruptos, Deus é justo cedo ou tarde vocês pagarão, corrijam enquanto é tempo.

Até quando seremos colônia?Até quando escravizados pelo medo , pela injustiça e pela corrupção

Brazuca Gabriel o Pensador


Até Quando Brasil-colônia?

Oriente

"Eu quero falar dos que mamam,
Dos marmanjos, safados, sem vergonhas, cafajestes
Que infestam a política nacional
É na mão dessa gente que fica a conta do governo do Estado
(O Governo corre para tentar impedir a instalação das CPI's)
(Botando dinheiro na cueca?)
Canalhas consagrados. Canalhas, corruptos, vagabundos!"
500 mil políticos, empresários, banqueiros
Não podem controlar 200 milhões de brasileiros
A cooperação é a mística, que muda a política
Além da estatística, revolução pacífica
Ninguém reconhece um Gandhi na Cinelândia
Mas todos reconhecem um menor na Cracolândia
Enquanto uma pequena taxa da população que ganha
Encima leva os filhos pra viajar na Disneylândia
Os índios dizimados pelo poder do Estado
Hoje usando Nike e por doenças afetados
Falam do holocausto que aconteceu na Europa
Mas não se estuda a África nem o país da copa
Nacionalista, não quer dizer ser Socialista
A minha posição é somente de Humanista
Tiram onda de refinados, mas a miséria é grosseira
Não se espante quando ouvir uma testemunha verdadeira
Capitania hereditária, vendendo a Amazônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Em seus filhos tão sofridos horas a fio de insônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Maior taxa tributária, queima queima Babilônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Deputados passam férias em Fernando de Noronha
"Sai um canalha e entra outro!"
Nem sempre pude tá no colo da minha mãe
Porque Collor podia tá tomando a taça de champagne
Não tenho tanta instrução, mas tenho os meus argumentos
Retrato de um brasileiro educado pelo entretenimento
Quase 100 mil vão pro estadio, compram o ingresso
Mas nem metade fazem um protesto na frente do congresso
Desordem em progresso, com a ordem o regresso
País da ilusão, do carnaval e do sucesso
Fico possesso e não cesso expresso poder poético
Válvula de expressão revolução de modo ético
Os piores criminosos tu nunca vai saber ao certo
Dá arrepio imaginar que quase nada é descoberto
Ligo a televisão e quase nenhum canal salva
Aprisionam sua mente e ainda vendem sua alma
Pra entrar na política e tentar conseguir ajuda
Jesus Cristo teria que vir disfarçado de Judas
Capitania hereditária, vendendo a Amazônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Em seus filhos tão sofridos horas a fio de insônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Maior taxa tributária, queima queima Babilônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Deputados passam férias em Fernando de Noronha
"A corrupção nesse país está no DNA
Vi ontem dessa tribuna um deputado falar imoral
Os bons costumes, quando o pai dele tá preso
O tio tá preso e ele é um "laranja" dos dois
Roubando o quê? Vacina e remédio de criança
O pai é ladrão, denunciado na CPI e enquadrado por corrupção
O filho tá no mesmo inquérito
Agora não tô falando do pai que já saiu
Tô falando do filho que quer entrar no rabo do pai
Já tá pedindo voto aqui
Quanto mais ladrão mais querido, mais simpático
Trouxemos a mulher dele pra depor
Ele é muito pior do que o pai
Por que eu tenho até mapa da sua atuação
Posso garantir ao senhor"
Ladrão no Brasil se faz, como fez P. C. Farias
Desrespeito com o povo, buzão cheio todo dia
Serviço obrigatório por uma empresa privada
Taxa alta e o serviço na descarga da privada
O político tem que usar o mesmo hospital
Que o menor que tá jogando as bolinhas no sinal
Na matemática do Brasil é diferente ser igual
Na fração dos dividendos subtraem sua moral
Pátria amada brasil, eu te amo tanto
Mas odeio ver seus filhos sem escola pelos cantos
Mas odeio ver o estado dos hospitais do estado
Se a família não acompanha o paciente é abandonado
Quanto menos uma vida, um sorriso do banqueiro
Que ganha uma fortuna com a desgraça do brasileiro
Financiam as campanhas, rabo preso por dinheiro
Zeitgeist 1, 2, 3, já vi esse filme inteiro
Capitania hereditária, vendendo a Amazônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Em seus filhos tão sofridos horas a fio de insônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Maior taxa tributária, queima queima Babilônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
"Ninguém se dispôs a levantar a podridão do seu comportamento"
Petrobrás em leis de incentivo banca o cinema
Mas em um vazamento destrói todo um ecossistema
Uma empresa decidir o rumo de uma cultura
É o mesmo que o Sol girar em torno da Lua
Existem coisas na vida que não tem volta
Tanto nosso dinheiro, quanto a nossa revolta
Tanto um mico leão, quanto um urso panda
Só que essa informação não vai pra propaganda
Evento pago em patrocínio através da Rouanet
Mas 40 conto a entrada irmão? Não dá pra entender...
Depois reclamam que o povo não tem acesso a cultura
Não queremos só comida, queremos acesso sem censura
Poder de opção e investimento maciço
Não nas Ilhas Cayman e nem no seu banco suíço
Cidadão brasileiro, não se canse
Tenha fé que a liberdade sempre estará ao alcance
Capitania hereditária, vendendo a Amazônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Em seus filhos tão sofridos horas a fio de insônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Maior taxa tributária, queima queima Babilônia
Que vergonha pátria amada, até quando Brasil colônia?
Deputados passam férias em Fernando de Noronha
"Eu estou indignada senhor presidente
Corrupção, formação de quadrilha, artigo 288
Corrupção passiva, artigo 317
Advocacia administrativa artigo 321 do Código Penal
E ele vem com cinismo aqui e se lança
Se lança do vão da Ponte Rio-Niterói"
Em Brasilia, formação de quadrilha
Nas Câmaras Municipais, formação de quadrilha
Nas milícias, formação de quadrilha
Nos governos estaduais, formação de quadrilha
Em Brasília! Formação de quadrilha...
Em Brasília! Formação de quadrilha...
Em Brasília! Formação de quadrilha...
Quase todos são: vagabundos!
"Eu vou dar os nomes dos deputados associados à essa camarilha
E acho que vão sobrar poucos... Obrigada"


Futebol? futebol não se aprende na escola
No país do futebol o sol nasce para todos mas só brilha para poucos
E brilhou pela janela do barraco da favela onde morava esse garoto chamado brazuca
Que não tinha nem comida na panela mas fazia embaixadinha na canela e deixava a galera maluca
Era novo e já diziam que era o novo pelé
Que fazia o que queria com uma bola no pé
Que cobrava falta bem melhor que o zico e o maradona e que driblava até melhor que o mané
Pois é
E o brazuca cresceu, despertando o interesse em empresários e a inveja nos otários
Inclusive em seu irmão que tem um poster do romário no armário
Mas joga bola mal pra caralho
O nome dele é zé batalha
E desde pequeno ele trabalha pra ganhar uma migalha que alimenta sua mãe e o seu irmão mais novo
Nenhum dos dois estudou porque não existe educação pro povo no país do futebol
Futebol não se aprende na escola
É por isso que brazuca é bom de bola
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Chega de levar porrada
A canela tá inchada e o juiz não vê
Chega dessa marmelada
A camisa tá suada de tanto correr
Chega de bola quadrada
Essa regra tá errada, vâmo refazer
Chega de levar porrada
A galera tá cansada de perder
No país do futebol quase tudo vai mal
Mas brazuca é bom de bola, já virou profissional
Campeão estadual, campeão brasileiro
Foi jogar na seleção, conheceu o mundo inteiro
E o mundo inteiro conheceu brazuca com a dez
Comandando na meiúca como quem joga sinuca com os pés
Com calma, com classe, sem errar um passe
O que fez com que seu passe também se valorizasse
E hoje ele é o craque mais bem pago da europa
Capitão da seleção, tá lá na copa
Enquanto o seu irmão, zé batalha,
E todo o seu povão, a gentalha
Da favela de onde veio, só trabalha
Suando a camisa, jogado pra escanteio
Tentando construir uma jogada mais bonita do que a grama que carrega na marmita
Contundido de tanto apanhar
Confundido com bandido, impedido
Pode parar!!
Sem reclamar pra não levar cartão vermelho
Zé batalha sob a mira da metralha de joelhos
Tentando se explicar com um revólver na nuca:
Eu sou trabalhador, sou irmão do brazuca!
Ele reza, prende a respiração
E lá na copa, pênalti a favor da seleção
Bola no lugar, brazuca vai bater
Dedo no gatilho, zé batalha vai morrer
Juiz apitou... tudo como tinha que ser:
Tá lá mais um gol e o brasil é campeão
Tá lá mais um corpo estendido no chão
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Chega de levar porrada
A canela tá inchada e o juiz não vê
Chega dessa marmelada
A camisa tá suada de tanto correr
Chega de bola quadrada
Essa regra tá errada, vâmo refazer
Chega de levar porrada
A galera tá cansada de perder
O país ficou feliz depois daquele gol
Todo mundo satisfeito, todo mundo se abraçou
Muita gente até chorou com a comemoração
Orgulho de viver nesse país campeão
E na favela, no dia seguinte, ninguém trabalha
É o dia de enterrar o que sobrou do zé batalha
Mas não tem ninguém pra carregar o corpo
Nem pra fazer uma oração pelo morto
Tá todo mundo com a bandeira na mão esperando a seleção no aeroporto
É campeão da hipocrisia, da violência, da humilhação
É campeão da ignorância, do desespero, desnutrição
É campeão da covardia e da miséria, corrupção
É campeão do abandono, da fome e da prostituição
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé batalha só trabalha
Zé batalha só se esfola
Chega de levar porrada
A canela tá inchada e o juiz não vê
Chega dessa marmelada
A camisa tá suada de tanto correr
Chega de bola quadrada
Essa regra tá errada, vâmo refazer
Chega de levar porrada
A galera tá cansada de perder(2x)
Chega de levar porrada!!