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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Coração Valente do sertão nordestino - Poesia - Danilo Galvão - SAJ - BA - Brasil

Coração Valente do  sertão nordestino 

Escrito por Danilo Galvão dos Santos em 27/10/2014




Em homenagem ao Coração valente do povo brasileiro, feliz pelo dia em que a verdade venceu a mentira.Que Deus abençoe o Brasil!

Muitos se foram, muitos morrerão
O sangue o suor e as lágrimas
Nesse nosso seco chão
Mas a flor virá com as rimas

O rei do baião queria levar alegria - foi discriminado

Lampião lutou contra a desigualdade
Conselheiro queria pra todos alimentação
Padre Cícero queria mostrar a verdade
Tiradentes morreu pela libertação

magro e pobre, mas deu trabalho aos ricos, sorriso sincero 
queria menos desigualdade social - assassinado

Chico Mendes queria o verde da esperança
 Irmã Dorothy queria a paz e a união
Irmã Dulce queria o sorriso de cada criança
Lula e Dilma mudaram, mudam e mudarão a nação




Chico Mendes só queria nos ensinar a amar a natureza - assassinado

Pulsa em cada um de nós um Coração Valente
Brota de nós um Amor do povo, pelo povo, que quer se ampliar
Coragem de agir com o coração, de saber que todos são gente
Não o novo falso, da desigualdade social, o da inclusão, o do amar

Dê uma reanimada em seu coração, sei que ele ainda bate com a luz de Deus


Braseiro. Brasil, que o fogo do sol divino adentre cada coração
Que o amor pela nação supere o orgulho, o egoísmo e o mal
Se ao invés de pormos o indicador na face alheia, dermos a mão
Construiremos o paraíso aqui, assim na Terra como no céu, somos o sal




Invencível - motivacional - Legendado - Nossa alma é imortal


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Auto-Imagem.Mude sua percepção, Se valorize! :)



A IMPORTÂNCIA DA AUTO IMAGEM


Faça as pazes consigo!

Não se critique!Se valoriza!

A auto-imagem pode ser definida como a visão que temos de nós mesmos, o nosso“retrato mental” baseado em experiências passadas, vivências e estímulos presentes e expectativas futuras. Inclui a forma o tamanho, as proporções do nosso corpo, nossos sentimentos em relação a ele e suas partes segundo nossa avaliação.
A aquisição da auto-imagem se dá por aprendizagem. Ao interagir com as pessoas que lhe são importantes a criança recebe retorno verbal e não verbal que reforça suas particularidades. A avaliação que faz de si surge a partir da avaliação que os outros fazem dela.
A aparência física, a força, a coordenação motora provocam reações nas pessoas. Meninas bonitas recebem estímulos dos outros que ressaltam essa qualidade. Meninas esportistas são requisitadas pra fazer parte de equipes esportivas. A criança chega à formulação de quem é, em parte, devido às próprias observações, mas principalmente pelas observações dos outros para com ela.
O déficit de algum aspecto da aparência é menos importante que os sentimentos que o acompanham, via reação dos que a rodeiam e que com ela interagem.
A imagem que a criança tem de si pode não ser exata. Quanto mais real essa imagem maior facilidade terá de se comportar diante da vida. Quanto mais a criança gostar de sua auto-imagem maior será sua auto-estima.
Adler, discípulo de Freud, falava em sentimentos de inferioridade originários da infância, onde a criança sentia-se pequena e fraca em contato com o adulto, grande e forte. Precisando ser cuidada, tomada ao colo, recebe mensagens de sua dependência e fragilidade.
Em nossa sociedade, onde vivemos a cultura da aparência, a beleza adquire conotação de aceitação de não rejeição. Não ser bela equivale a ser rejeitada. A busca da beleza é também busca de aceitação. Crianças atraentes são mais valorizadas, mais requisitadas. A criança se esforça para ser aprovada e para obter a habilidade que considera mais. A beleza é uma delas e a mais valorizada, inclusive como critério de inclusão. Quando pergunta se é bonita está solicitando a aprovação do adulto. Quando não obtém êxito na construção de uma auto-imagem pode generalizar essa inadequação para outras áreas de sua vida. A avaliação que fizer de si, suas crenças a respeito, determinarão seu comportamento.
Pessoas que se consideram feias, procedem como tal, mesmo se consideradas bonitas por outras. É elevadíssimo o número de modelos que se vêm feias! Entrevistando-as verifico que, ao longo da infância, não foram consideradas meninas bonitas. A estatura acima da média, a magreza, geraram apelidos como “bambu”, “pernalonga” e outros. Escolhidas por uma agência recebem cuidados de imagem que potencializarão sua imagem. Mas a auto-imagem irá demorar em se consolidar, muitas vezes após psicoterapia. A produção interfere na forma em que os outros as vêm, a psicoterapia na forma em que elas se vêm. A auto-imagem é mutável por fatores emocionais, sentimentos, sensações internas, por estimulação cultural, moda, mídia e outros.
Uma auto-imagem potencializa a beleza e a saúde. Mulheres que se avaliam como belas, mesmo sem preencherem as características de um “padrão”, apresentam auto-estima e qualidade de vida superior àquelas que são mais atraentes, mas que não se vêm como tal. Sua beleza “rende mais”. E...Tudo começa na infância...





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